Blog do Grupo de Pesquisa Politeia - Coprodução do Bem Público: Accountability e Gestão, da Universidade do Estado de Santa Catarina, Centro de Ciências da Administração e Socioeconômicas - UDESC/ESAG.
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quarta-feira, 14 de setembro de 2016
Pacto pelos Desafios de Florianópolis e Debate com candidatos à Prefeitura de Florianópolis - 21 de setembro de 2016, na Udesc Esag
O ICOM – Instituto Comunitário Grande Florianópolis, representando o Movimento Floripa Te Quero Bem, em parceria com o Diretório Acadêmico da ESAG, promove no dia 21/09 (quarta-feira), às 17h30min, o evento Floripa Te Quero Bem 2016: Pacto pelos Desafios de Florianópolis e um debate com os candidatos à Prefeitura de Florianópolis.
A proposta desse encontro é reunir as candidatas e os candidatos para apresentar os Desafios de Florianópolis (levantados pelo Movimento Floripa Te Quero Bem http://goo.gl/rBYRti) e o check-up de Florianópolis, um relatório sobre indicadores da cidade realizado em 2015, chamado de Sinais Vitais (http://goo.gl/0DpZgz).
Na ocasião, também haverá um debate promovido pelo Diretório Acadêmico da ESAG.
O evento será aberto ao público e as inscrições são gratuitas.
Para conferir a programação e garantir a sua inscrição, acesse:http://goo.gl/k26vSL
segunda-feira, 29 de agosto de 2016
A informação melhora a vida nas cidades?
Artigo publicado no Diário Catarinense em 29 de Agosto de 2016.
A INFORMAÇÃO MELHORA A VIDA NAS CIDADES?
Paula Chies Schommer
Professora de Administração Pública da Udesc Esag
O processo eleitoral é um momento rico para que cidadãos e políticos se
envolvam em um diálogo aberto, identificando tendências e desafios e
comprometendo-se a enfrentá-los. A informação pode contribuir para a política, a
cidadania e a gestão pública, de forma a melhorar a vida nas cidades.
Mas isso não é automático, depende da qualidade dessa informação e do
uso que se faz dela. O primeiro desafio é reunir dados fidedignos e variados, gerando
informação tecnicamente qualificada e politicamente sensível ao que é relevante
em cada contexto. Depois, transformá-los em indicadores e índices e torná-los disponíveis
a todos.
Isto já é um grande feito, mas não basta. Nem sempre o conhecimento sobre
um problema é considerado para resolvê-lo. A informação também pode ser usada para
confundir, manipular e controlar. Por isso, é crucial que seja empregada de
maneira democrática, contribuindo para um debate político fundamentado, para decisões
e ações efetivas e para uma cidadania vigilante e ativa. Há que conectar
informação, diálogo e ação.
Em Santa Catarina, temos iniciativas que buscam contribuir para isso. Uma
delas é o Sistema de Indicadores de
Desenvolvimento Municipal Sustentável – SIDEMS (indicadores.fecam.org.br),
trabalho de uma rede de organizações associativas, acadêmicas,
empresariais e públicas, lideradas pela Federação Catarinense de Municípios -
FECAM. A Rede SIDEMS disponibiliza os dados e a análise de cada um dos municípios
catarinenses, estimulando partidos e candidatos a considerar esta informação em
seus planos de governo e no diálogo com a população.
A nós, cidadãos, cabe usar o conhecimento para identificar tendências e
desafios; qualificar o diálogo envolvendo políticos, servidores e toda a
sociedade em uma conversa madura sobre nossas cidades; evitar expectativas irreais
e promessas impossíveis; participar da definição de metas razoáveis para o
curso de um mandato; monitorá-las ao longo do tempo e produzir novos dados para
aprimorar os planos e decisões cotidianas na gestão pública.
Aí sim, poderemos dizer que a informação melhora a vida em nossas cidades.
terça-feira, 22 de março de 2016
Sinais Vitais: Indicadores de Florianópolis publicados no aniversário da cidade
O DC desta terça-feira, 22 de Março, circula com um caderno especial com dados do relatório Sinais Vitais de Florianópolis. São dados, indicadores e desafios em saúde, educação, segurança, mobilidade e planejamento urbano.
No aniversário da cidade, é o presente do Instituto Comunitário Grande Florianópolis, ICom, e do Observatório Floripa Cidadã/Udesc Esag, em parceria com o Floripa te Quero Bem e diversas organizações públicas e privadas, servidores públicos e cidadãos.
Para ver a matéria completa no DC: Estudo sobre 5 temas críticos revela novos desafios e velhos problemas de Florianópolis | Link direto para dados nas cinco áreas e desafios
Para donwload do relatório Sinais Vitais Checkup 2015 completo: goo.gl/qqGxt9
segunda-feira, 14 de março de 2016
Sinais Vitais Florianópolis, um conjunto de indicadores atualizados da cidade, será lançado no dia 21 de Março
Na semana em que Florianópolis completa 343 anos, um dos presentes para a cidade é a apresentação e debate de indicadores sobre nossos avanços e desafios em saúde, educação, segurança, mobilidade e desenvolvimento urbano.
O relatório Sinais Vitais, que nos ajuda a "sentir o pulso" da cidade, é uma realização do Instituto Comunitário Grande Florianópolis, ICom, em parceria com o Observatório Floripa Cidadã, da Udesc Esag, e o Floripa Te Quero Bem, com participação de diversas organizações públicas e privadas no processo de construção do relatório.
O evento acontece no auditório da Udesc Esag, às 19h de 2a feira, dia 21 de março.
Veja aqui entrevista com Anderson Giovani da Silva, diretor executivo do ICom, sobre o lançamento do Relatório Sinais Vitais: http://g1.globo.com/sc/santa-catarina/bom-dia-santa-catarina/videos/t/edicoes/v/evento-apresenta-os-desafios-da-capital-em-2016/4898211/.
Na entrevista, ele destaca a responsabilidade compartilhada de governos, cidadãos e as várias organizações da cidade na construção de nosso futuro, o que passa pela cocrição e pela coprodução do bem público.
Para download do relatório completo, acesse: goo.gl/qqGxt9
quarta-feira, 2 de março de 2016
Prefeitura de Florianópolis divulga relatório do Plano de Metas
O relatório sobre o status das 71 metas estabelecidas para o mandato 2013-2016 foi divulgado em 29 de Fevereiro de 2016.
A existência do Plano de Metas e a divulgação de seu andamento pela Prefeitura, embora ainda não ocorra de modo contínuo, online e integrado a outros planos e serviços, como já ocorre em cidades como São Paulo e Córdoba, é um avanço em relação ao que tínhamos antes - quando não havia qualquer parâmetro para avaliação do mandato pela população.
O que foi alcançado ou não será debatido no processo eleitoral deste ano, quando também teremos oportunidade de sugerir aprimoramentos no instrumento Plano de Metas, a ser utilizado na próxima gestão da Prefeitura.
O movimento Floripa Te Quero Bem foi o responsável, em 2012, pela proposição que levou a Câmara de Vereadores a aprovar emenda à lei orgânica do município, tornando obrigatória a apresentação de Plano de Metas pelo prefeito eleito, no início de seu mandato, e acompanhamento durante sua execução. A Udesc, por meio do Observatório Floripa Cidadã, ligada ao grupo de pesquisa Politeia, é parceira do Floripa Te Quero Bem no monitoramento de indicadores da cidade.
No aniversário da cidade, será lançado o relatório Sinais Viats, com indicadores atualizados em cinco áreas: saúde, educação, mobilidade, segurança e planejamento urbano, permitindo observar os avanços e desafios persistentes em Florianópolis. No lançamento, também serão debatidos os resultados até aqui do Plano de Metas. Mais detalhes em breve!
Link para download do Relatório: http://www.pmf.sc.gov.br/arquivos/arquivos/pdf/29_02_2016_20.14.08.64fc3ef3d3167e08006af30e6b0c4b76.pdf
Fonte: http://www.pmf.sc.gov.br/noticias/index.php?pagina=notpagina¬i=16484
A existência do Plano de Metas e a divulgação de seu andamento pela Prefeitura, embora ainda não ocorra de modo contínuo, online e integrado a outros planos e serviços, como já ocorre em cidades como São Paulo e Córdoba, é um avanço em relação ao que tínhamos antes - quando não havia qualquer parâmetro para avaliação do mandato pela população.
O que foi alcançado ou não será debatido no processo eleitoral deste ano, quando também teremos oportunidade de sugerir aprimoramentos no instrumento Plano de Metas, a ser utilizado na próxima gestão da Prefeitura.
O movimento Floripa Te Quero Bem foi o responsável, em 2012, pela proposição que levou a Câmara de Vereadores a aprovar emenda à lei orgânica do município, tornando obrigatória a apresentação de Plano de Metas pelo prefeito eleito, no início de seu mandato, e acompanhamento durante sua execução. A Udesc, por meio do Observatório Floripa Cidadã, ligada ao grupo de pesquisa Politeia, é parceira do Floripa Te Quero Bem no monitoramento de indicadores da cidade.
No aniversário da cidade, será lançado o relatório Sinais Viats, com indicadores atualizados em cinco áreas: saúde, educação, mobilidade, segurança e planejamento urbano, permitindo observar os avanços e desafios persistentes em Florianópolis. No lançamento, também serão debatidos os resultados até aqui do Plano de Metas. Mais detalhes em breve!
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29/02/2016 - SEC - Governo
Prefeitura divulga relatório do Plano de Metas
Algumas metas já foram concluídas, outras estão em vias de conclusão
Por força do parágrafo sexto do artigo 64-A da Lei Orgânica do Município de Florianópolis – acrescido pela Emenda nº 037, de 20 de maio de 2013 – a Prefeitura apresenta o relatório parcial de seu Programa de Metas, instituído pelo referido artigo 64-A, conforme segue:
O prefeito, eleito ou reeleito, apresentará o Programa de Metas de sua gestão, até cento e oitenta dias após sua posse, que conterá as prioridades, as ações estratégicas, os indicadores e metas quantitativos e qualitativos para cada um dos setores da administração pública municipal, incluindo os distritos da cidade.
O presente Programa de Metas apresenta 71 objetivos específicos, divididos da seguinte forma, pelas seguintes Secretarias ou Órgãos: 13 para Obras, seis para Saúde, cinco para Educação, cinco para Segurança e Defesa do Cidadão, cinco para Turismo e cinco para a Comcap, quatro para Assistência Social, quatro para Mobilidade Urbana e quatro para o IGEOF, três para Habitação e Saneamento Ambiental, duas para o Continente, duas para a Cultura e duas para a Floram, uma para a FME, uma para a Administração, uma para o IPUF, uma para Ciência, Tecnologia e Desenvolvimento Econômico Sustentável e uma para Pesca e Maricultura.
Das 71 metas, com prazo de cumprimento até 31 de dezembro de 2016, algumas já haviam sido cumpridas em 2014, como a criação do Conselho Tutelar no Sul da Ilha (Meta 16 da Assistência Social), a expansão da cobertura de Saúde da Família para 95% (Meta 10 da Saúde), a ampliação dos pontos de integração dos ônibus (Meta 28 da Mobilidade Urbana) e a guarnição das Intendências com veículos operacionais (Meta 30 da Obras).
Em 2015, outras metas foram alcançadas, como a permissão de matrículas no verão em 20 creches (Meta 02 da Educação) e a instalação de duas novas centrais de atendimento ao turista (Meta 53 de Turismo), entre outras. No caso da Meta 07 da Saúde – instituir o programa Remédio em Casa – o serviço já está disponível, restando apenas atingir a porcentagem de público-alvo desejado.
O relatório do Programa de Metas (ou Plano de Metas) segue abaixo, para download:
Link para download do Relatório: http://www.pmf.sc.gov.br/arquivos/arquivos/pdf/29_02_2016_20.14.08.64fc3ef3d3167e08006af30e6b0c4b76.pdf
Fonte: http://www.pmf.sc.gov.br/noticias/index.php?pagina=notpagina¬i=16484
quinta-feira, 7 de janeiro de 2016
CALL FOR PAPERS - SPECIAL ISSUE SOCIAL INNOVATION: Researching, defining and theorizing social innovation
RAM – Revista de Administração Mackenzie
Authors can submit papers online to “Social Innovation” section at
http://editorarevistas.mackenzie.br/index.php/RAM/about/submissions#onlineSubmissions
- At IDIOMA, select English.
See main page of RAM at:
http://editorarevistas.mackenzie.br/index.php/RAM/index
Invited Editors:
Cláudia Cristina Bitencourt - Unisinos/Brasil Luciano Barin Cruz - HEC
Montreal/Canada Emmanuel Raufflet - HEC Montreal/Canada
Submission deadline: February 15, 2016
Issue estimated: July/August/2016
Societal problems represent both opportunities and hallenges for organizations. Issues such as poverty, climate change and inequality can be seen either as a burden or as a source for innovation. Multinational Corporations, Non-Profit Organizations (NGOs), Cooperatives and Social-Purpose Organizations have engaged in projects that can tackle some of these major societal issues.
Social innovation has emerged in recent years as an area of interest for scholars and practitioners (Nicholls et al. 2015). Although it has been discussed under different definitions, we refer to social innovation here as “new organizational and institutional forms, new ways of doing things, new social practices, new mechanisms, new approaches and new concepts that give rise to concrete achievements and improvements.” (CRISES, 2004:1).
The purpose of this Special Issue is to encourage scholars to view social innovation under different perspectives. We acknowledge the extent of empirical experiences based on different parts of the world and we wish to propose an open and systematic debate on theories influencing social innovation, methods used to study social innovation, managerial aspects of social innovation and types of social innovation.
This call is structured on the following (non-excluding) issues:
Theories influencing social innovation: Institutional theory (Barin Cruz, Delgado, Leca & Gond, forthcoming; Mair, Marti & Ventrasca, 2012), strategy (Herrera, 2015), and leadership (Marcy, 2015), resourced-based-view and competencies (Hart, 1995; Bitencourt & Oliveira, 2014; Berti & Bitencourt, 2012), organizational learning and learning based on social spaces (Chalmers, 2012; Mozzato & Bitencourt, 2014) are examples of theories that have been used to analyse SI in management. What is the potential of these theories in contributing to the SI issue? What other theoretical approaches have the potential to advance SI literature? What are possible contributions by theories from other fields (e.g. geography, political science, sociology, etc.) to explain further the SI phenomena? Is there such a thing as an SI theory or it is a phenomenon that needs an inter-disciplinarian approach to be explained and understood?
Research Methods and social innovation: SI can be understood from diverse angles (e.g. product, process, organizational form, outcomes, etc.), multiple methods can help to map, define and conceptualize social innovation and advance literature in the field. SI is also viewed as a research process per se which shifts the role of researchers to co-creators of social innovation. Which methods and epistemological approaches are mobilized to analyze different types of SI? From an epistemological dimension, what are the experiences of co-creating social innovation among researchers and actors? From a methodological viewpoint, what are the respective advantages of qualitative and quantitative methods in this field? How to use mix methods in the area and what are their potential and limitations? What are the implications of different data collection and analysis techniques?
Organizational aspects: “Managing” SI may be an oxymoron. For “managers” it is challenging and differs widely depending on the circumstances. In the case of social purpose organizations, sometimes, the use of traditional managerial tools and processes may not be adequate (Brown, 2015; Bitencourt et. al., 2014; Raufflet, Berranger & Gouin, 2008; Raufflet & Gurgel, 2007). We would like to explore several aspects of SI management. How is the SI development process (from an idea to its implementation)? What are the related SI phases and levels? How is the cooperative relationship between different agents involved in the SI unfolding process? What are the SI governance challenges?
Types of social innovation: SI can be seen as a product and a process. It can also be an organizational form with a social purpose, such as cooperatives (Leca, Gond & Barin Cruz, 2014), NGOs, social businesses (Yunus, Moingeon & Lehmann-Ortega, 2010), as a project with a social purpose in a traditional company (Porter & Kramer, 2011), as well as processes between organizations. Considering these multiple types of social innovation, we encourage studies aimed at issues such as: What are the facilitators and inhibitors involved in SI?; What is the impact of SI (transformations and other results) at different levels (individual, organizational, institutional)? How to evaluate the impacts and effects of social innovation? Do different types of SI always produce social transformation? Can social transformation be negative? What is the role of social entrepreneurs in social innovation?
This special issue welcomes submission of theoretical and/or empirical qualitative or quantitative studies, with a clear contribution to the advancement of knowledge in one or more of the four areas previously approached.
It must be noted that RAM will only accept unpublished journal papers.
Papers submitted in conferences are allowed. For this Special Issue, only papers written in English will be accepted.
Interested authors are strongly encouraged to submit their papers for review and publication. All Articles judged suitable for consideration will be reviewed in a double peer review process.
http://editorarevistas.mackenzie.br/index.php/RAM/about/submissions#onlineSubmissions
- At IDIOMA, select English.
See main page of RAM at:
http://editorarevistas.mackenzie.br/index.php/RAM/index
FONTE: RAM
terça-feira, 8 de dezembro de 2015
I Congreso Internacional sobre Ciudades inteligentes, Innovación y sostenibilidad - CIIS 16 em Córdoba-AR
Trata-se do I Congresso Internacional sobre Cidades inteligentes, Inovação e Sustentabilidade organizado pelo Centro de Investigaciones sobre Cultura y Sociedad, CIECS (CONICET y UNC), Comité de Energía Córdoba (CEC) e Secretaría de Ciencia y Tecnología da Universidad Nacional de Córdoba (UNC), a ser realizado na Cidade de Córdoba, nos dia 30 e 31 de maio e 1º de junho de 2016.
O encontro tem como objetivo destacar os desafios e oportunidades apresentados por cidades sustentáveis que, combinado com a inovação e qualidade de vida de seus habitantes são a base de uma cidade inteligente.
A proposta é de debate e apresentação de propostas inovadoras e/ou tecnológicas que contribuam para a melhoria da qualidade de vida nas cidades
A estrutura do congresso compreende sessões de apresentações de trabalhos, painéis, conferências, apresentações de livros, exposição de experiências de inovação e cursos.
Os trabalhos são convocados para as seguintes sessões:
1 - GESTION PUBLICA: GOBERNANZA Y RENDICION DE CUENTAS
Coords. Corina Echavarría (CONICET) Luciano Fedozzi, UFRGS y Silvana Fernández (IIFAP-UNC)
2- PARTICIPACION Y COMPROMISO CIUDADANO
Coord. Silvia Brussino (CONICET y UNC)
3- AMBIENTE URBANO Y TICs
Coords. Santiago Reyna (UNC) y Luis Santos (DINAMA, Uruguay)
4- MOVILIDAD EFICIENTE, SUSTENTABLE E INTELIGENTE
Coords. Silvana López (IIFAP-UNC)
5- PROTECCION SOCIAL Y EQUIDAD EN SALUD
Coord. Alejandro Giusti (CIECS) y Doris Cardona (Universidad de Medellín, Colombia)
6- POLITICAS DE SEGURIDAD CIUDADANA EN LAS CIUDADES INTELIGENTES: INTERACCIONES Y EFECTOS
Coord. Paul Hathazy (CONICET y UNC)
7- EQUIDAD EN EDUCACION
Coords. María Alvarez (UNVM) y Tirza Aidar (Universidad de Campinas)
8- TICs Y PRACTICAS SOCIOCULTURALES
Coord.: Vanina Papalini (CIECS-CONICET y UNC)
9- TECNOLOGIA E INNOVACION
Coord: Eduardo Salonia – TIC Argentina
10- SEGURIDAD Y ATENCION DE EMERGENCIAS. AVISOS TEMPRANOS
Coord. Giorgio Caranti (CONAE)
11- PLANIFICACION URBANA Y EDIFICIOS INTELIGENTES
Coord. Arq. José Luis Pilatti -GASUS (UNC)
12- GOBIERNO Y ECONOMÍA PUBLICA Y PRIVADA: GENERACION INTELIGENTE DEL EMPLEO
Coord. Jorge Paz (CONICET) y Cedric Lomba (CNRS)
13- SIG RECURSO ESTRATEGICO PARA LA TOMA DE DECISIONES SUSTENTABLES
Coord. Ernesto Guillermo Abril (UNC - CONICET)
14- EFICIENCIA ENERGÉTICA. Una componente indispensable en la ecuación Energética nacional
Coord. Salvador Gil, UNSAM y Gabriel Gómez (UNC)
15- SMART GRIDS. LAS REDES DE ENERGIA ELÉCTRICA DEL FUTURO CERCANO
Coords. Juan Carlos Gómez Targarona (UNRC) y Miguel Piumetto (UNC)
DATAS LIMITES (prorrogado):
15 de fevereiro de 2016 - resumos
14 de março de 2016 - trabalhos completos
11 de abril de 2016 - notificação sobre aceitação dos trabalhos
29 de abril de 2016: recepção da versão final dos trabalhos.
Custos de inscrição:
Endereço eletrônico: ciudadesinteligentes@ciecs-conicet.gob.ar
1 - GESTION PUBLICA: GOBERNANZA Y RENDICION DE CUENTAS
Coords. Corina Echavarría (CONICET) Luciano Fedozzi, UFRGS y Silvana Fernández (IIFAP-UNC)
2- PARTICIPACION Y COMPROMISO CIUDADANO
Coord. Silvia Brussino (CONICET y UNC)
3- AMBIENTE URBANO Y TICs
Coords. Santiago Reyna (UNC) y Luis Santos (DINAMA, Uruguay)
4- MOVILIDAD EFICIENTE, SUSTENTABLE E INTELIGENTE
Coords. Silvana López (IIFAP-UNC)
5- PROTECCION SOCIAL Y EQUIDAD EN SALUD
Coord. Alejandro Giusti (CIECS) y Doris Cardona (Universidad de Medellín, Colombia)
6- POLITICAS DE SEGURIDAD CIUDADANA EN LAS CIUDADES INTELIGENTES: INTERACCIONES Y EFECTOS
Coord. Paul Hathazy (CONICET y UNC)
7- EQUIDAD EN EDUCACION
Coords. María Alvarez (UNVM) y Tirza Aidar (Universidad de Campinas)
8- TICs Y PRACTICAS SOCIOCULTURALES
Coord.: Vanina Papalini (CIECS-CONICET y UNC)
9- TECNOLOGIA E INNOVACION
Coord: Eduardo Salonia – TIC Argentina
10- SEGURIDAD Y ATENCION DE EMERGENCIAS. AVISOS TEMPRANOS
Coord. Giorgio Caranti (CONAE)
11- PLANIFICACION URBANA Y EDIFICIOS INTELIGENTES
Coord. Arq. José Luis Pilatti -GASUS (UNC)
12- GOBIERNO Y ECONOMÍA PUBLICA Y PRIVADA: GENERACION INTELIGENTE DEL EMPLEO
Coord. Jorge Paz (CONICET) y Cedric Lomba (CNRS)
13- SIG RECURSO ESTRATEGICO PARA LA TOMA DE DECISIONES SUSTENTABLES
Coord. Ernesto Guillermo Abril (UNC - CONICET)
14- EFICIENCIA ENERGÉTICA. Una componente indispensable en la ecuación Energética nacional
Coord. Salvador Gil, UNSAM y Gabriel Gómez (UNC)
15- SMART GRIDS. LAS REDES DE ENERGIA ELÉCTRICA DEL FUTURO CERCANO
Coords. Juan Carlos Gómez Targarona (UNRC) y Miguel Piumetto (UNC)
DATAS LIMITES (prorrogado):
15 de fevereiro de 2016 - resumos
14 de março de 2016 - trabalhos completos
11 de abril de 2016 - notificação sobre aceitação dos trabalhos
29 de abril de 2016: recepção da versão final dos trabalhos.
Custos de inscrição:
Endereço eletrônico: ciudadesinteligentes@ciecs-conicet.gob.ar
Mais informações: http://cicinteligentes2016.com.ar/
quarta-feira, 2 de dezembro de 2015
Lançamento da 7ª edição da pesquisa IRBEM - Indicadores de Referência de Bem-Estar no Município de São Paulo
Em 2008, na primeira fase do processo de formulação do IRBEM, foi realizada uma consulta pública pela internet e por várias organizações sociais (escolas, empresas, ONGs, igrejas etc.) que levantou os principais aspectos que os paulistanos consideram importantes para sua qualidade de vida.
Essa etapa ocorreu entre julho e outubro de 2008 e contou com a participação de mais de 36 mil pessoas de toda a cidade de São Paulo.
Após a primeira fase, a Rede Nossa São Paulo e o IBOPE Inteligência selecionaram o que foi apontado como mais importante para o bem-estar dos cidadãos paulistanos e incorporaram tais itens à pesquisa anual de percepções da população sobre a cidade.
Assim, de 2008 até 2014, sempre no mês de Dezembro, o IBOPE Inteligência levanta o nível de satisfação da população com os temas e aspectos mais citados como importantes para a qualidade de vida e o bem-estar na cidade, permitindo o acompanhamento da evolução destes indicadores.
Em 2015, a Rede Nossa São Paulo e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) preparam o lançamento da 7ª edição da pesquisa IRBEM - Indicadores de Referência de Bem-Estar no Município.
O evento será dia 19 de janeiro de 2016, das 9h30 às 12h30, no Teatro Raul Cortez.
Realizada pelo Ibope Inteligência, a pesquisa IRBEM revela a percepção dos paulistanos sobre a qualidade de vida e o bem-estar na capital paulista.
A pesquisa de percepção apresentará ainda, pelo nono ano consecutivo, a avaliação dos moradores da cidade sobre as instituições (Prefeitura, Câmara Municipal, Polícia Militar, Tribunal de Contas, Poder Judiciário etc.) e os serviços públicos.
A atividade contará com a participação de lideranças sociais e representantes do poder público. O prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, foi convidado para participar do evento, que é gratuito e aberto ao público.
Como o espaço é limitado, nos próximos dias a Rede Nossa São Paulo e a FecomercioSP divulgarão o link para a confirmação de presença.
Serviço:
Lançamento da 7ª edição da pesquisa IRBEM
Data: dia 19 de janeiro de 2016, terça-feira
Horário: 9h30 às 12h30
Local: Teatro Raul Cortez - na FecomercioSP
Endereço: Rua Doutor Plínio Barreto, 285 - Bela Vista
Fonte: REDE NOSSA SÃO PAULO
PESQUISA DE PERCEPÇÃO JANEIRO/2015:
Mais informações sobre o IRBEM: http://www.nossasaopaulo.org.br/portal/irbem
sexta-feira, 2 de outubro de 2015
Tribunal de Contas de São Paulo lançará Índice de Efetividade da Gestão Municipal
O Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCESP) apresentará, no dia 5 de outubro, às 10h, no Centro de Convenções Rebouças (CCR), em São Paulo, os resultados do Índice de Efetividade da Gestão Municipal (IEGM/TCESP) - Ano Base: 2014.
Este
índice tem como objetivo avaliar a efetividade das políticas e
atividades públicas desenvolvidas pelos gestores dos entes municipais.
Ao final do evento, cada gestor receberá um exemplar do 1º Anuário
IEGM-TCESP, que contém as análises consolidadas dos resultados do índice
acompanhadas do Relatório de Desempenho Municipal específico da sua
cidade.
Segundo
explicou a Presidente do TCE, Cristiana de Castro Moraes, o lançamento
do anuário - que reunirá Prefeitos, Vereadores, Secretários Municipais e
autoridades do setor público - é resultado do trabalho iniciado no
exercício da Presidência de 2014, decorrente do projeto IEGM, coordenado
pelo Conselheiro Sidney Estanislau Beraldo, que preside as atividades
do Comitê de Gestão Estratégica (GET). Os dados que serão apresentados
são fruto de uma pesquisa realizada com os 644 municípios (com exceção
da capital) e que foi composta por 154 quesitos divididos em 7 (sete)
áreas temáticas (educação, saúde, planejamento, gestão fiscal, proteção
ao meio ambiente, cidadãos e governança da tecnologia da informação).
Coletados
por meio do Sistema de Auditoria Eletrônica (Audesp), os dados obtidos
no IEGM/TCESP serão colocados a disposição da sociedade em um Site
Infográfico, bem como em um aplicativo para celulares. O TCE também
premiará os vencedores do 1º Hackathon, Concurso Cultural de Programação
que acontecerá no dia 26 de setembro, com programadores e profissionais
da área de informática que desenvolverão o aplicativo ‘mobile’ do IEGM
para plataforma Android. O mesmo permitirá que o usuário acesse os dados
do IEGM, avalie resultados, enviando comentários e fotos, incentivando,
de forma interativa, a transparência e a participação da sociedade. -
Mais detalhes em: http://www4.tce.sp.gov.br/ 6524-tribunal-de-contas- apresentara-resultados-do- iegm-2015-em-outubro#sthash. mCy48f20.dpuf"
*Informação extraída do site do TCE, link
sexta-feira, 17 de julho de 2015
The Lincoln Institute of Land Policy invites applications from academic researchers working on issues related to Municipal Fiscal Health
The Lincoln Institute of Land Policy cordially invites applications from academic researchers working on issues related to Municipal Fiscal Health. The ability of local governments to provide vital public goods and services to their citizens, and to prepare for an urban future, depends greatly on their fiscal situation. In cities and towns around the world, diminishing revenues, the increasing costs of providing public goods and services, mounting historical obligations, and increasing responsibilities imposed both by higher-level governments and local citizens join to place considerable stress on the fiscal health of municipal governments. In an effort to provide cities with the fiscal tools and strategies needed to fund their critical role in society, the Lincoln Institute seeks research that addresses the challenge of promoting the fiscal health of municipal governments at all levels. Research topics might include, but are not limited to:
This fellowship program helps to promote international scholarly dialogue on the fiscal health of the world's cities and towns, and further Lincoln Institute's mission to be a leading center for tax and land related policy throughout the world.
Applications are due by email on September 30, 2015. The full Request for Proposal and Application Guidelines: http://www.lincolninst.edu/ Questions after reviewing this material: the Municipal Fiscal Health Program Manager, Sam Moody, atsmoody@lincolninst.edu. Information about other fellowship programs: http://www.lincolninst.edu/ | |||||||
quarta-feira, 24 de junho de 2015
Plano de Ação Florianópolis Sustentável é lançado neste 24 de Junho
O Plano de Ação Florianópolis Sustentável foi lançado em evento realizado neste dia 24 de Junho de 2015.
O documento é fruto de um trabalho realizado por quase dois anos pela Iniciativa Cidades Emergentes e Sustentáveis, ICES, e pelo Instituto Brasileiro de Administração Municipal, IBAM, em parceria com o Banco Interamericano de Desenvolvimento, BID, a Caixa Econômica Federal e a Prefeitura de Florianópolis.
O documento completo pode ser acessado aqui.
Seguem detalhes do Plano e do evento de hoje a partir de notícia publicada pela Prefeitura:
(Fonte: http://www.pmf.sc.gov.br/noticias/index.php?pagina=notpagina¬i=14539)
Capital lança 1º Plano Sustentável da Região Sul
Com 263 páginas, estudo é o mais completo já realizado sobre Florianópolis
foto/divulgação: Thiago Mangrich/PMF

Representante nacional da Caixa, Marcus Vinicius Rego, recebe o plano de ação
O Plano de Ação Florianópolis Sustentável, primeiro estudo amplo de sustentabilidade de um município da Região Sul, foi lançado na manhã desta quarta-feira (24), em Florianópolis. Muito além de um documento com 263 páginas, o estudo, certificado pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), será uma importante ferramenta para desenhar o futuro da cidade.
O trabalho de quase dois anos de pesquisa foi realizado pelo Instituto Brasileiro de Administração Municipal (IBAM) e pela Iniciativa Cidades Emergentes e Sustentáveis (ICES), em parceria com BID, Caixa Econômica Federal e Prefeitura de Florianópolis. Com base em estudos técnicos, pesquisas de opinião pública e consulta a especialistas, foi possível montar uma radiografia completa da cidade.
Nela, foram levantados 121 indicadores, divididos em 23 temas e separados em três dimensões (ambiental e mudança do clima; urbana; fiscal e governança). Destes, cinco foram aprofundados e priorizados.
Diante destes números, o plano indicou 95 ações que o município precisa encaminhar para que a cidade cresça de maneira sustentável, 18 deles de forma prioritária, que envolvem diretamente os temas nas quais ela deve melhorar, como,, por exemplo: mobilidade, uso da ocupação do solo e gestão pública moderna.
“Sem dúvida, é o mais profundo estudo já realizado sobre Florianópolis. Certificado pelo BID e realizado por importantes instituições de pesquisa. A cidade agora tem um importante aliado na busca de recursos para por em prática obras de que tanto precisamos. Muitas já estão em andamento e as demais vamos correr atrás para desenvolvê-las”, disse o prefeito Cesar Souza Junior.
Plano é o certificado do que a cidade precisaSegundo o superintendente de estratégia de governo da Caixa, Marcus Vinicius Rego, o município tem, com o plano, mais facilidade para aprovação de financiamentos, já que tem um estudo bastante completo indicando o que a cidade precisa e por qual razão.
“Este plano só existe em mais quatro cidades brasileiras, é realizado com base em muitos critérios e os municípios escolhidos são como joias do país, queremos que elas cresçam sem perder suas belezas naturais”, disse.
Mobilidade, ocupação do solo e gestão pública modernaPara Ellis Juan, representante da Iniciativa Cidades Emergentes e Sustentáveis, o estudo revela que Florianópolis precisa melhorar sua capacidade viária, seus tipos de modais, a maneira como ocupa o território e modernizar a gestão da Prefeitura.
“Levanto estes como primordiais. Muitas obras já estão no caminho certo e bastante adiantadas, o plano foi pensando para até 2020 e acredito que com ele será mais fácil atingir estes objetivos”, afirmou.
Saiba mais sobre o planoQuais os próximos passos: um plano de ação como este tem cinco fases. Com o lançamento, Florianópolis está na terceira (antes vem preparação e pesquisa). A quarta e quinta fase são as de elaboração de projetos e conquista de verbas para colocar as obras em prática.
Primeiros a lançar na América Latina e Caribe
O trabalho de quase dois anos de pesquisa foi realizado pelo Instituto Brasileiro de Administração Municipal (IBAM) e pela Iniciativa Cidades Emergentes e Sustentáveis (ICES), em parceria com BID, Caixa Econômica Federal e Prefeitura de Florianópolis. Com base em estudos técnicos, pesquisas de opinião pública e consulta a especialistas, foi possível montar uma radiografia completa da cidade.
Nela, foram levantados 121 indicadores, divididos em 23 temas e separados em três dimensões (ambiental e mudança do clima; urbana; fiscal e governança). Destes, cinco foram aprofundados e priorizados.
Diante destes números, o plano indicou 95 ações que o município precisa encaminhar para que a cidade cresça de maneira sustentável, 18 deles de forma prioritária, que envolvem diretamente os temas nas quais ela deve melhorar, como,, por exemplo: mobilidade, uso da ocupação do solo e gestão pública moderna.
“Sem dúvida, é o mais profundo estudo já realizado sobre Florianópolis. Certificado pelo BID e realizado por importantes instituições de pesquisa. A cidade agora tem um importante aliado na busca de recursos para por em prática obras de que tanto precisamos. Muitas já estão em andamento e as demais vamos correr atrás para desenvolvê-las”, disse o prefeito Cesar Souza Junior.
Plano é o certificado do que a cidade precisaSegundo o superintendente de estratégia de governo da Caixa, Marcus Vinicius Rego, o município tem, com o plano, mais facilidade para aprovação de financiamentos, já que tem um estudo bastante completo indicando o que a cidade precisa e por qual razão.
“Este plano só existe em mais quatro cidades brasileiras, é realizado com base em muitos critérios e os municípios escolhidos são como joias do país, queremos que elas cresçam sem perder suas belezas naturais”, disse.
Mobilidade, ocupação do solo e gestão pública modernaPara Ellis Juan, representante da Iniciativa Cidades Emergentes e Sustentáveis, o estudo revela que Florianópolis precisa melhorar sua capacidade viária, seus tipos de modais, a maneira como ocupa o território e modernizar a gestão da Prefeitura.
“Levanto estes como primordiais. Muitas obras já estão no caminho certo e bastante adiantadas, o plano foi pensando para até 2020 e acredito que com ele será mais fácil atingir estes objetivos”, afirmou.
Saiba mais sobre o planoQuais os próximos passos: um plano de ação como este tem cinco fases. Com o lançamento, Florianópolis está na terceira (antes vem preparação e pesquisa). A quarta e quinta fase são as de elaboração de projetos e conquista de verbas para colocar as obras em prática.
Primeiros a lançar na América Latina e Caribe
1 – Goiânia (GO)
2 – João Pessoa (PA)
3 – Vitória (ES)
4 - Florianópolis (SC)
5 – Palmas (TO)
Outras cidades que estão elaborando
Trujillo (Peru)
Porto da Espanha (Trinidad e Tobago)
Santa Ana (El Salvador)
Montevidéu (Uruguai).
Meta do ICES: chegar a 120 cidades da América Latina e Caribe até o fim de 2020.
Estudos inéditos que foram realizados na Capital catarinense:
- emissão de gases de efeito estufa;
- vulnerabilidades à mudança do clima;
- crescimento da mancha urbana da cidade e de seu entorno.
Os cinco temas priorizados – onde Florianópolis precisa melhorar
- Gestão integrada de saneamento básico;
- Vulnerabilidade a desastres naturais;
- Uso e ocupação do solo;
- Mobilidade;
- Gestão pública moderna.
Temas em que Florianópolis está bem colocada
-Qualidade do ar
-Transparência na gestão pública
-Saúde
-Gasto público
-Competividade (emprego e negócios)
-Educação
O Plano de Ação Florianópolis Sustentável está disponível para download NESTE LINK.
terça-feira, 5 de maio de 2015
Rede Nossa São Paulo lançará Mapa atualizado da Desigualdade na cidade
Comemorando seus oito anos de atuação, a Rede Nossa São Paulo lançará no próximo dia 19 de maio a versão atualizada do Mapa da Desigualdade da cidade. O evento será realizado no Teatro Anchieta do SESC Consolação – Rua Dr. Vila Nova, 245, das 9h30 às 12h30.
O Mapa leva em consideração dados econômicos e sociais, apontando os melhores e piores indicadores da cidade por subprefeitura. É uma espécie de radiografia da qualidade de vida nas diversas regiões de São Paulo. O evento é uma oportunidade para organizações da sociedade civil e cidadãos paulistanos se unirem em defesa de alguns temas importantes.
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Durante o encontro, a Rede Nossa São Paulo vai trazer alguns pontos para debate. Entre eles, a leitura do manifesto contra a redução da maioridade penal. O texto foi elaborado pelo Grupo de Trabalho (GT) Criança e Adolescente da Rede Nossa São Paulo.
A destinação de toda a área do Parque Augusta a um espaço público municipal (sem prédios) é outro ponto que será defendido no encontro, que terá também o lançamento público da proposta de regulamentação de plebiscitos na cidade de São Paulo. A ideia é que os paulistanos possam ser consultados – por meio de plebiscito – antes da realização de obras de grande impacto no município.
Durante o evento, haverá ainda uma apresentação sobre a evolução dos indicadores da cidade nas mais diversas áreas, como educação, saúde, meio ambiente etc.
Outro destaque do encontro será o lançamento do acervo da Rede Nossa São Paulo, com exibição de vídeo e divulgação de material e plataforma digitais. O acervo, onde estarão registrados o histórico e os documentos da organização, ficarão disponíveis aos internautas para consultas e estudos.
Fonte: Notícias Rede Nossa São Paulo.
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015
Conversas Cruzadas - Rede Latino-Americana por Cidades e Territórios Justos, Democráticos e Sustentáveis
O programa Conversas Cruzadas, da TVCom, que foi ao ar no dia 30 de outubro de 2014, trouxe à tona a discussão acerca da formação da Rede Latino-Americana por Cidades e Territórios Justos, Democráticos e Sustentáveis e suas iniciativas e da sua importância na promoção da qualidade de vida nas cidades.
Nos dias 30 e 31 de outubro de 2014, pesquisadores do Brasil, Argentina, Colômbia e Uruguai reuniram-se num debate para o compartilhamento de experiências e aprendizagem que ocorreu na UDESC em Florianópolis.
O debate é parte do projeto de pesquisa “Governança Democrática em Cidades Latino-Americanas: Estudo Comparado de Experiências de Accountability Social e sua Incidência em Cidades Argentinas, Brasileiras, Colombianas e Uruguaias”, coordenado pelo Grupo de Pesquisa Politeia, da Udesc/Esag, com participação de oito núcleos de pesquisa, nos quatro países. A pesquisa objetiva analisar comparativamente a natureza, a atuação e a incidência de iniciativas que conformam a Rede Latino-Americana por Cidades e Territórios Justos, Democráticos e Sustentáveis nas democracias locais da Região.
Com o crescimento do interesse da sociedade na participação nas tomadas de decisão e qualidade de vida nas cidades e sua gestão, surgiram tais iniciativas em toda a América Latina com estratégias de participação e motivações em comum. São iniciativas como o o Nossa São Paulo, o Floripa Te quero Bem, em Florianópolis, e o Nuestra Córdoba, na Argentina, articuladas em rede em mais de 60 locais, em 10 países, promovendo o controle social e a avaliação de planos de desenvolvimento e políticas públicas em suas cidades e territórios, por meio da promoção do acesso à informação, da prestação de contas, da accountability social, da ativação da cidadania e da formação de opinião pública.
Assista ao debate completo no Conversas Cruzadas:
1 - http://youtu.be/hs7cIpXtK1s
2 - http://youtu.be/d9-vOul9ZFM
3 - http://youtu.be/T5Q19hBNG6M
4 - http://youtu.be/DsYwKfAEPKo
Conheça mais sobre a Rede Latino-Americana por Cidades e Territórios Justos, Democráticos e Sustentáveis: http://redciudades.net/
quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014
Prefeitura de São Paulo prepara a criação de Observatório Municipal
Previsto no Plano de Metas da Cidade de São Paulo (2013-2016), a Prefeitura prepara um Comitê Intersecretarial de Indicadores da Cidade de São Paulo, o qual vai subsidiar a implantação de um Observatório Municipal responsável pela formulação, o planejamento, o monitoramento e a avaliação de políticas públicas.
Entre os objetivos do Observatório destaque para o aprimoramento das formas de participação popular voltadas ao monitoramento da gestão pública, a ampliação de mecanismos de acesso à informação. a disseminação e a produção de estudos e informações que facilitem a cooperação entre órgãos da Prefeitura, além do estabelecimento de indicadores de desempenho.
Saiba mais acessando a Nota na Integra veiculada pela Rede Nossa São Paulo.
domingo, 16 de fevereiro de 2014
Rede Nossa São Paulo lança Guia de Uso de Sistema de Indicadores e Prêmio Cidades Sustentáveis
Na próxima sexta (21/02), a Rede Nossa São Paulo vai lançar o Guia de Uso do Sistema de Indicadores para a Construção de Observatórios e do Prêmio Cidades Sustentáveis. O evento será realizado a parir das 09h30, no Teatro Anchieta, em São Paulo.
Um dos objetivos do guia é apresentar de forma simples e clara a importância de indicadores municipais para a fiscalização e controle social das políticas públicas, além de servir de fonte de informação e conhecimento sobre a realidade local. É o primeiro passo para a estruturação de Observatórios Municipais, fontes importantes para o planejamento e tomada de decisão sobre as cidades. O Prêmio Cidades Sustentáveis visa estimular gestores públicos a desenvolver políticas públicas voltadas à qualidade de vida, além do reconhecimento de experiências bem-sucedidas na área de sustentabilidade.
Em Florianópolis será lançado, em breve, o Observatório Floripa Cidadã, vinculado a ESAG/UDESC, com o objetivo de acompanhar indicadores municipais e metas instituídas no Plano de Metas da Prefeitura Municipal de Florianópolis, além do desenvolvimento de pesquisas relacionadas a percepção cidadã na cidade.
terça-feira, 21 de janeiro de 2014
Rede Nossa São Paulo lançou a 5ª Edição do IRBEM
Organizações da sociedade civil, em parceria com o Ibope, divulgaram na manhã desta terça-feira (21) os resultados da Pesquisa sobre Indicadores de Referência de Bem-Estar no Município (IRBEM), além do Índice de Confiança dos Paulistanos nas instituições.
O lançamento que foi aberto à sociedade contou com a participação de lideranças sociais e do poder público municipal. O IRBEM revela o nível de percepção dos paulistanos em relação à qualidade de vida e ao bem-estar na cidade de São Paulo. A pesquisa aborda 25 temas sobre a vida na cidade e foi realizada entre 03 e 23 de dezembro de 2013, com 1.512 pessoas. Incentivada pela Rede Nossa São Paulo, esta é a 5ª Edição da pesquisa.
Confira algumas das principais conclusões do Estudo e acesse ao Documento Síntese da pesquisa em: http://goo.gl/43VJKg.
Acompanhe também outras informações como o nível de confiança nas instituições públicas e a nota geral de 4,8 atribuída pelo paulistano para a qualidade de vida na cidade: http://goo.gl/fqYFWR.
Confira algumas das principais conclusões do Estudo e acesse ao Documento Síntese da pesquisa em: http://goo.gl/43VJKg.
Acompanhe também outras informações como o nível de confiança nas instituições públicas e a nota geral de 4,8 atribuída pelo paulistano para a qualidade de vida na cidade: http://goo.gl/fqYFWR.
sexta-feira, 27 de setembro de 2013
Audiência Pública do Plano de Metas
Na noite da última quinta (26/09), a Prefeitura de Florianópolis promoveu a primeira audiência pública do Plano de Metas, no auditório da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL). Na ocasião, o Prefeito Cesar Souza Júnior recebeu os representantes do Movimento Floripa te Quero Bem, Anderson Giovani da Silva, e da Universidade do Estado de Santa Catarina, Paula Chies Schommer.
Logo após a apresentação do estágio atual do Plano de Metas pelo Assessor Técnico do Gabinete do Prefeito, Leandro Damasio, egresso do Curso de Administração Pública da UDESC/ESAG, a mesa de autoridades formada pronunciou-se sobre a iniciativa.
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| Primeira Audiência Pública do Plano de Metas |
Anderson relatou o processo de engajamento que resultou no Movimento Floripa te Quero Bem, com a participação de diversas organizações do município e a abertura obtida por parte da Prefeitura com a causa da sustentabilidade e das demandas da cidade, além da importância deste instrumento de acompanhamento da gestão pública.
A Professora Paula falou sobre a constituição do Observatório Floripa Cidadã da UDESC e a realização de futuros estudos envolvendo indicadores, o acompanhamento das metas e a realização de pesquisas de percepção cidadã. Destacou a importância do instrumento para a governança pública, a prestação de contas e o monitoramento pelos cidadãos, tendência observada em vários países da América Latina. Além da importância do diálogo e da aproximação da Universidade com o Movimento e o poder público.
O Prefeito se disse satisfeito com os resultados alcançados e informou que serão realizadas mais quatro audiências até o final do ano com o objetivo de legitimar o plano. Também enfatizou a necessidade de pensar as metas de acordo com as possibilidades orçamentárias e o sua articulação com outros mecanismos de planejamento como o PPA e o Plano Diretor.
Para obter maiores informações sobre a Audiência do Plano de Metas, sugerimos:
- Nota na página da UDESC: http://goo.gl/KgwrpQ
- Matéria veiculada no Bom Dia Santa Catarina: http://goo.gl/pbh21H
quarta-feira, 19 de junho de 2013
Curso de Administração Pública da Udesc apresenta Observatório Floripa Cidadã ao prefeito da Capital
Na noite da última terça-feira (18/06) foi apresentado aos integrantes do Movimento Floripa Te Quero Bem e ao Prefeito Municipal de Florianópolis, César Souza Júnior, por representantes do Curso de Administração Pública, a proposta do plano de ação e constituição do Observatório Floripa Cidadã que será instalado junto à Universidade do Estado de Santa Catarina - UDESC. O Reitor, Professor Antônio Heronaldo de Sousa, esteve presente enfatizando a importância de ações como esta, que envolvem diferenciados atores na discussão das cidades, evidenciando o papel e a participação da Universidade com suas ações de Pesquisa e Extensão.
A inciativa que está sendo coordenada pelos Professores Valério Turnês e Paula Chies Schommer, contará também com a contribuição de demais professores do Departamento de Administração Pública, além de mestrandos e graduandos da UDESC/ESAG. Os objetivos deste trabalho são o acompanhamento de indicadores da cidade e do Plano de Metas, recentemente aprovado pela Câmara Municipal de Florianópolis, estimular à participação cidadã nesse processo, além da capacitação de jornalistas, vereadores e conselheiros na utilização dos indicadores e análises que serão produzidos pelo observatório.
Este foi o primeiro encontro de uma série de outros que acontecerão a cada dois meses para discutir o plano de metas com as organizações e lideranças participantes do Movimento Floripa te Quero Bem, intitulados "Diálogos por Florianópolis". Ao final, o Prefeito Municipal reiterou seu compromisso com o Plano de Metas e falou aos presentes sobre os primeiros meses de sua gestão e da contribuição que a inciativa traz para a cidade de Florianópolis.
*Maiores informações:
Matéria veiculada no Grupo RBS
Matéria veiculada na Página da UDESC
Matéria veiculada no Jornal do Almoço
sexta-feira, 24 de maio de 2013
Florianópolis começa a debater a implementação de seu Plano de Metas
O Movimento Floripa te Quero Bem conjuntamente com a Universidade do Estado de Santa Catarina estiveram reunidos na tarde do dia 22/05/13 e na manhã de 23/05/13 com a Prefeitura Municipal de Florianópolis para discutir a implementação do Plano de Metas do Município, cujo projeto de lei foi aprovado recentemente pela Camâra Muncipal de Florianópolis e fruto da mobilização da sociedade civil florianopolitana ao longo de 2012.
Na ocasião, esteve presente o Coordenador Executivo da Rede Nossa São Paulo, Maurício Broinzi, que apresentou a Plataforma Cidades Sustentáveis e a metodologia do Programa, além das ferramentas à disposição dos movimentos e da Prefeitura para efetuar o monitoramento de indicadores municipais. Foram relatadas durante o encontro exemplos de diversas cidades que tem implementado iniciativas voltadas a sustentabilidade em diversos países.
Os gestores demonstraram bastante interesse pela temática e já sinalizaram potenciais projetos e ações que contemplam a sustentabilidade no município. Os representades da UDESC e do ICom, presentes na ocasião, apresentaram a proposta para efetuar o acompanhamento dos indicadores municipais, em metedologia que está em fase de elaboração.
O Movimento Floripa Te Quero Bem é um espaço de deliberação que conta com um Comitê Organizador composto pelo Instituto Comunitário da Grande Florianópolis, Instituto Pe. Vilson Groh, Instituto Guga Kuerten e Grupo RBS e o Comitê Consultivo de deliberação composto por cerca de 60 instituições sociais com atuação no munícipio.
A inciativa tem uma relação direta com a coprodução do bem público na medida em que a partir dos esforços colaborativos do movimento, as prioridades são discutidas, os rumos de Florianópolis para a sustentabilidade são trazidos para a agenda política da cidade, estimulando a participação da sociedade nesse processo e a produção de informações de forma compartilhada.
O Movimento Floripa Te Quero Bem é um espaço de deliberação que conta com um Comitê Organizador composto pelo Instituto Comunitário da Grande Florianópolis, Instituto Pe. Vilson Groh, Instituto Guga Kuerten e Grupo RBS e o Comitê Consultivo de deliberação composto por cerca de 60 instituições sociais com atuação no munícipio.
A inciativa tem uma relação direta com a coprodução do bem público na medida em que a partir dos esforços colaborativos do movimento, as prioridades são discutidas, os rumos de Florianópolis para a sustentabilidade são trazidos para a agenda política da cidade, estimulando a participação da sociedade nesse processo e a produção de informações de forma compartilhada.
Conheça o Documento "Desafios de Florianópolis", elaborado pelo Movimento Floripa Te Quero Bem.
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terça-feira, 7 de maio de 2013
Plano de Metas para Florianópolis é aprovado
Na segunda-feira, 06/05/13, a Câmara Municipal de Florianópolis aprovou proposta de emenda a Lei Orgânica do Município que institui a necessidade de elaboração, por parte do Poder Executivo Municipal, de Plano de Metas, visando melhorar o planejamento e a eficiência da gestão.
A iniciativa é fruto da mobilização da sociedade civil florianopolitana que, em 2012, reuniu-se em diversas ocasiões, constituindo o Movimento Floripa Te Quero Bem, incentivado pelo Instituto Comunitário Grande Florianópolis, Instituto Guga Kuerten, Instituto Pe. Vilson Groh e Grupo RBS. Diversas outras organizações participaram do processo de discussão dos principais desafios para Florianópolis, que foram reunidos no documento "Desafios para Florianópolis", entregue aos candidatos a prefeitura municipal. Pesquisadores do Politeia acompanharam, naquela ocasião, as deliberações do movimento, que tem relação direta com temas de estudo, como a coprodução, controle social e accountability. Paralelamente a este processo, houve a tramitação na Câmara Municipal da proposta do projeto de Lei.
Os especialistas e as respectivas organizações debateram desafios nas áreas de saúde, educação, segurança, mobilidade urbana e planejamento e a partir de agora passarão a monitorar a execução dos desafios propostos. Segundo entrevista concedida pelo atual Prefeito, César Souza Júnior (PSD), ao Grupo RBS, a iniciativa é relevante por possibilitar ao executivo dar foco naquilo que é importante.
As próximas ações do Movimento também se encontram no sentido de constituir um observatório, com o objetivo de acompanhar os principais indicadores da cidade, o que será efetivado a partir de uma parceria com o Curso de Administração Pública da UDESC/ESAG.
Tal iniciativa demonstra o potencial de articulação da sociedade civil no amadurecimento do regime democrático e a importância de monitorar a gestão pública municipal, contribuindo com o processo de tomada de decisão em áreas consideradas prioritárias. As parcerias com as Universidades demonstram-se essenciais nesse processo para que haja a troca de saberes, além de ações concretas de extensão e pesquisa universitária, no sentido de aprendizado mútuo.
Fonte: Nota RBS e Instituto Comunitário Grande Florianópolis
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